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Guruçá

Foram três anos deste blogue
Um exercício diário de cultivar o amor
O amor que habita em mim
Muitos fatos
Muitos desejos
Muitas ilusões

Ah, eu amei
Tentei
Dediquei
Acertei
E dei cabeçadas

Vivi as muitas faces das Marias
Maria mãe
Maria filha
Maria amiga de muitas Marias
Tantas histórias
Mais uma vez, tanto amor

Agora é hora de aprender com o guruçá
Manter meu lugar, tirar os excessos
Observar com olhos atentos
Sem perder o foco no trabalho diário

Eu e o amor carrego
Eu e tantas Marias
Eu e o tempo
Eu o meu templo

Tempo de silêncio

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O amor quando se instala

O amor chega pelas flores E para que elas permaneçam É preciso aumentar a quantidade de folhas Fortalecer o caule Oxigenar a estrutura Em estágios avançados O amor reestrutura a raiz O que causa certa vertigem O momento do novo A entrada de tanto ar e água O amor se instala nas flores Folhas Caule Raízes Você inteiro: ar, água, tudo.

Pra sonhar

Que se danem o senso crítico, a Pós Modernidade, os profissionais do mau agouro Que fique no passado o que nos passou Non, rien de rien Quero me casar ao som de Marcelo Jeneci Assim "Pra sonhar" E nos entorpecer para viver os dias cinzas Eu aceito pagar língua, assumir-me irremediavelmente romântica Com a licença de Pessoa, ser ridícula Ao seu lado.

Partida e chegada

Houve um tempo em que o verbo era ir Movimentar, mudar de rota, transformar A nobre missão de passar de lagarta a borboleta Hoje o verbo é fazer morada Eu, tu, nós, eles A também nobre missão de se olhar sem medo De construir a vida no coletivo, de encanrar a rotina árdua do verbo (me/te/nos) amar