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Colombina

A chuva de confetes alegrava a festa.
Míope e sem os óculos, ela via alguns vultos entre os papeizinhos coloridos.
Conhecia aquele pirata de algum lugar.
Aquele vestido de bailarina não era aquele... vixi, abafa!
O palhaço tem um sorriso bonito, mas ele está de olho na índia de cabelos curtos.
Será que debaixo da fantasia de homem aranha tem o quê?

Samba, suor e cerveja.
Fantasias que facilitam as primeiras conversas.
Músicas que descontraem.
Ilusões coloridas para os corações.


"Mas é carnaval
Não me diga mais quem é você
Amanhã tudo volta ao normal
Deixa a festa acabar
Deixa o barco correr
Deixa o dia raiar que hoje eu sou
Da maneira que você quiser
O que você pedir eu lhe dou
Seja você quem for
Seja o que deus quiser"

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O amor quando se instala

O amor chega pelas flores E para que elas permaneçam É preciso aumentar a quantidade de folhas Fortalecer o caule Oxigenar a estrutura Em estágios avançados O amor reestrutura a raiz O que causa certa vertigem O momento do novo A entrada de tanto ar e água O amor se instala nas flores Folhas Caule Raízes Você inteiro: ar, água, tudo.

Para sempre Eduardo e Mônica

- Ele me disse que ia embora porque, se ficasse por perto, a gente ia acabar se casando. Pronto aconteceu de novo. De novo com ela. De novo com mais uma Maria. - É que você é muito intensa. Era o clichê dos dias atuais de volta à roda das amigas. Parecia um encanto, ou uma maldição.  O eterno Eduardo e Mônica.  Ela de cabelos vermelhos, ele no futebol de botão. Estava nos filmes, nas séries, nos desabafos de zapzap. Estava também na sala de estar. - Comigo aconteceu daquela vez, não lembra? - Homem se sente aterrorizado diante de uma mulher bem resolvida. - Nos dias de hoje, é proibido falar de amor. Mais um drink. Mais uma dose de esperança. Mais uma vez recomeçar.